sábado, 5 de fevereiro de 2011

Manoel de Oliveira dirigirá Fernanda Montenegro.

Duas lendas do cinema mundial trabalharão juntas em um novo projeto.

De acordo com o colunista Hermés Galvão, do jornal Diário de S.Paulo, Fernanda Montenegro será a protagonista de "Igreja do Diabo", filme que terá por base contos de Machado de Assis.
Fernanda recebeu o convite do cineasta português Manoel de Oliveira, de 102 anos e o mais velho em atividade no mundo, sendo que ela aceitou prontamente.
"Igreja do Diabo" terá locações no Rio de Janeiro e o diretor chegará ao Brasil no segundo semestre.

Modéstia à parte... às favas! Ex de Arnaldo Jabor publica carta de amor para ele na ALFA .

Em crônica, a jornalista Kika Salvi revela um pouco da personalidade e das fragilidades do colunista e diretor de cinema com quem manteve relacionamento

Kika Salvi e Arnaldo Jabor namoraram, mas não foi dos relacionamentos mais bem sucedidos. Num perfil escrito para a revista ALFA, com comentários do próprio Jabor, a jornalista conta como foi estar ao lado do colunista e diretor de cinema. "Em pouco tempo compreendi algo a seu respeito que se confirmaria em todos os momentos que vieram a seguir: ele precisa de platéia", confessa Kika. E ainda completa: "Quanto mais o conhecia, mais ficava convicta de que a palavra que melhor o definia era 'vaidade'. Em tudo o homem é um poço de vaidade". Jabor se defende: "Não sou um vaidoso óbvio, típico e linear"; e ainda faz referência a uma frase que disse a FHC - a quem todos chamavam de vaidoso - para validar a sua afirmação. "Sou mais inteligente que vaidoso".

A jornalista que foi colunista de sexo por uma década e colaborou para revistas como a Bravo!, Viagem e Turismo, entre outras, relata que, no quesito aparência, o cuidado de Jabor é extremo e isso inclui cremes para a pele, reflexo invertido nos cabelos - para ficarem mais grisalhos e menos brancos -, dermatologista, manicure e pedicure, tudo para evitar o que não é possível evitar. "Quando vejo os meus netos e a família das minhas filhas plenamente constituída, tenho vontade de comprar uma bengala", comentou Jabor.

Kika relata ainda algumas frases do colunista como, "Na boa, eu sou o melhor texto da imprensa brasileira"; e como piada, ou às vezes não, ele dizia: "Na boa, eu sou um gatinho". "Como se voltar a ser gatinho a essa altura fizesse algum sentido", analisa ela. Para Kika, a grande dificuldade da relação foi que o empenho frenético do colunista em ser perfeito respingou nela. "Cansei de ouvir: Kika, eu só quero te ajudar a atingir a perfeição!". Sobre este trecho da crônica, Jabor também se justifica. "Falei em tom de chacota porque não sou um débil mental para dizer: 'Eu quero que você atinja a perfeição'. Tudo isso foi dito rindo e com um autoironia"

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Para meu cunhadinho querido! Besos!



Vou de taxi! Com ele...


Se vocês estiverem pelos arredores de Manchester, Birmingham e Londres durante o Valentine’s Day (14 de fevereiro, dia dos namorados gringo) fiquem atentas à pequena frota de taxis do Marc Jacobs! Nesse dia tão romântico, MJ disponibilizará corridas grátis. Se você cruzar com um dos carros decorados de Lola ou Daisy, não tenha dúvidas! Acene e faça um passeio estiloso e sem custos.

Porque o importante é ter charme!




O “marido” é o da esquerda, só pra constar.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Notícias de Espanha!


La Familia Real vuelve a ocupar la portada de 'El Jueves', a pesar de sus problemas legales por caricaturizar las intimidades de los Borbones. Esta vez, la revista ha dibujado a Don Juan Carlos en la primera página, representado con los pantalones bajados y con los órganos sexuales a la vista, sujetos a su vez por un sirviente.
Este número, que ha salido a los quioscos este miércoles, apuesta por el titular 'La Zarzuela desmiente a Peñafiel y demuestra que a su majestad no le falta ningún huevo', en referencia a las últimas declaraciones del periodista Jaime Peñafiel en el programa de Telecinco 'La noria', en el que apuntó: "Se le amputó un testículo".

Paula Sanz Caballero é uma ilustradora e artista espanhola que faz dos tecidos, linhas e bordados, sua principal matéria de criação!








Seus trabalhos fazem sucesso no meio das artes, moda, lifestyle e em campanhas publicitárias de grandes marcas. Segundo ela mesma, o trabalho demorado e que exige muita paciência com as agulhas transmite uma sofisticação. Alguém discorda?


Armadilhas!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Que dia: paciente que sumiu nas ruas, outra que vai ser operada de emergencia e ainda usaram meu cartão para comprar um iphone de 1700 reais, que tal??

Mas em compensação, de tarde fui assistir ao ótimo documentário "LIXO EXTRAORDINÁRIO": super recomendo!

Há um momento em Lixo Extraordinário quando o filme entra num beco sem saída sobre a conclusão moral da história que ali está sendo contada. O documentário que tinha como intenção inicial registrar o trabalho do artista plástico Vik Muniz com os catadores de lixo do maior aterro sanitário da América Latina, o Jardim Gramacho no Rio de Janeiro, vai tentando se desviar de uma possível vilanização ou vitimização das pessoas reais num exercício constante de aproximação e distanciamento do quadro, tal como quem numa exposição - explica Vik a certa altura -, vê de perto o material e de longe o cenário.

O filme vê de perto o drama individual de pessoas à margem até mesmo de nossa visão periférica. E de longe nos revela uma paisagem de barreiras quase (sim, quase) intransponíveis entre classes sociais e, mais agudo, entre a assistência e o paternalismo. E esse debate, por si só, vale todo o filme, dirigido a seis mãos por Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley. Walker, vale lembrar, foi citada pelo jornal inglês The Guardian como uma das 10 revelações mais importantes do atual cinema britânico.

Após uma breve introdução ao trabalho de Vik Muniz, suas origens e a constante preocupação social do artista, o filme embarca na viagem dele em se criar uma série de trabalhos tomando como base a imagem de catadores de lixo. À medida em que a ideia vai sendo maturada em sua cabeça, o vemos dando seus primeiros passos naquele ambiente inóspito do aterro sanitário, onde o termo condições de trabalho torna-se luxo com significado descartável. O choque inicial de realidade com aquele cenário de abutres, lixo e gente é, de certa forma, o choque do espectador. Quando então é chegado o momento de adentrar um pouco mais na ideia das obras e nas pessoas que farão parte dela, o documentário torna-se peça fundamental para a própria obra do artista.

Temos então um claro projeto em cena: Vik fotografa as pessoas, que são escolhidas não apenas por suas imagens, mas particularmente por suas histórias de vida, e quando a foto é revelada, ele a projeta em tamanho gigante no chão. Entram em cena então os próprios catadores fotografados, que passam a reconstruir suas imagens com o lixo que eles mesmos catam. Mas a inserção dessas pessoas no atelier do artista provoca o tal questionamento sobre os papéis e limites de cada um no processo de interação social.
Lixo Extraordinário, assim vários documentários que se dispõem a fotografar a realidade de grupos sociais alijados de cidadania, se vê como parte responsável desse processo de afastamento entre os homens de bem e de bens. Em sua conclusão acertadamente inconclusiva, o documentário nos deixa um gosto amargo na boca de que, ao contrário de fotografias, não conseguimos assim tão fácil modelar o retrato de uma sociedade.

O melhor cartaz de protesto contra a censura no Egito.

O parto. Texto atribuido a L. F. Veríssimo.





Casamos novos. Ela com 19 e eu com 20 anos de idade. Lua-de-mel, viagens, prestações da casa própria e o primeiro bebê.
Anos oitenta e a moda era ter uma filmadora do Paraguai.
Sempre tinha um vizinho ou amigo contrabandista disposto a trazer aquela muambazinha por um precinho muito bom!
Ela tinha vergonha, mas eu desejava eternizar aquele momento.
Invadi a sala de parto com a câmera no ombro e chorei enquanto filmava o  parto do meu primeiro filho.
Todo mundo que chegava lá em casa era obrigado a assistir ao filme.
Perdi a conta das cópias que fiz do parto e distribuí entre amigos, parentes e parentes dos amigos. Meu filho e minha esposa eram os meus orgulhos.
Três anos depois, novo parto, nova filmagem, nova crise de choro.
Como ela categoricamente disse que não queria que eu filmasse, invadi a sala de parto mais uma vez com a câmera ao ombro.
As pessoas que me conhecem sabem que havia apenas amor de pai e marido naquele ato. O fato de fazer diversas cópias da fita era apenas uma demonstração de meu orgulho.
Nada que se comparasse ao fato de ela, essa semana, invadir a sala do eu urologista, câmera ao ombro, filmando o meu exame de próstata.
Eu lá, com as pernas naquelas malditas perneiras, o cara com um dedo ( ele jura que era só um!) quase na minha garganta e minha mulher gitando:
- Ah! Doutoooor! Que maravilha! Vou fazer duas mil cópias dessa fita! Semana que vem estou enviando uma para o senhor!
Meus olhos saindo da órbita a fuzilaram, mas a dor era tanta que não conseguia falar.
O miserável do médico girou o dedo e eu vi o teto a dois centímetros do meu nariz.
A mulher continuou a gritar, como um diretor de cinema:
- Isso, doutor! Agora gire de novo, mais devagar. Vou dar um close agora...
Alcancei um sapato no chão e joguei na maldita.
Agora, estou escrevendo este e-mail, pedindo aos amigos que receberem uma cópia do filme, que o enviem de volta para mim. Eu pago o reembolso.

Luiz Fernando Veríssimo.

Mistérios... mistérios...

A pequena cidade italiana de Bobbio estaria representada em um dos quadros mais famosos do mundo. De acordo com a historiadora Carla Glori, as montanhas e a ponte retratadas na obra de Leonardo Da Vinci são da cidade medieval italiana, cuja abadia já serviu de inspiração para a usada no livro “O Nome da Rosa”, do escritor Umberto Eco.

Carla cruzou dados de descobertas realizadas no mês passado por pesquisadores, como a de que Leonardo da Vinci pintou os número 72 dentro de um dos arcos de uma ponte. De acordo com Carla, a dezena faz referência a uma cheia do Rio Trebbia que praticamente arrasou a ponte, em 1472.
Outra informação que Carla usou para corroborar sua tese é a descoberta das iniciais S e G em um dos olhos de Monalisa. Segundo a historiadora, são as iniciais do sobrenome de Bianca Giovanna Sforza, filha do duque de Milão Ludovico Sforza. “O nobre era bastante influente na região de Bobbio, cidade cuja biblioteca era intensamente visitada por Da Vinci”, disse Carla ao jornal inglês The Guardian.