sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que colocaram na agua da Miucia Prada para ela cometer esse sapatrocidio?! aloka?!?!
















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Kaiser Aloka!!




Depois de Miuccia Prada forçar a amizade com suas sandálias com meias, Karl Lagerfeld tenta superar a catástrofe fashion da amiga com a bolsa “bambolê”, desfilada nessa última passarela da Chanel. E se todos nós achamos o acessório um tanto quanto sem propósito, claro que o kaiser não compartilha da mesma opinião – e claro que tem uma explicação para ele, dada ao The Daily Telegraph: “É para ir à praia. Você precisa de espaço para a toalha, não? E você também pode colocá-la na areia e pendurar coisas nela… coisas desse tipo” Sério?




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Louis Masai Michel










Louis Masai Michel é um artista que começou a enfeitar Londres em 2010, quando se mudou para a cidade. Ele mostra suas obras em muros, instalações e, como curador, foca na ascensão do grafite dentro de galerias e da migração da arte para as ruas. Outro ponto interessante em sua carreira é que ele mescla a figura humana com a de animais irracionais, que, para ele, é o retrato desse lado selvagem e bestial de cada um de nós.








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Love me do! 50 anos!




Cinco de outubro de 1962 marca o início da maior revolução musical que o mundo já viu. Chegava às lojas do Reino Unido o single de estreia de uma banda chamada “The Beatles” (na formação John, Paul, George e Ringo), que teria o impacto de um meteoro desgovernado não só na música como na história, na cultura, na política e no comportamento da humanidade para sempre. Com outras formações e outros nomes, a banda já estava na ativa antes fazendo o circuitinho Liverpool-Hamburgo, mas foi “Love me do” o grande marco do quarteto que trocou as jaquetas de couro, topetes e gomalina por terninhos comportados e cabelos mais compridos, tudo orquestrado pelo empresário Brian Epstein, com a parte musical nas mãos do produtor George Martin. Além do figurino, o corte “moptop” seria copiado à exaustão durante todos os anos 6o tornando-se com o tempo um clássico revolucionário – antes dos Beatles, qualquer rapaz que tinha cabelos mais compridos era tido como marginal. Depois dos Beatles não mais.


“Love me do” é uma música simples, boba mesmo (eu prefiro dizer ingênua), mas que trouxe consigo muito mais do que uma letrinha boa de se aprender na aula de inglês da terceira série. Sua ousadia ia muito além de um refrão e acordes repetitivos: os Beatles estavam lançando um single composto por eles mesmos (no caso, pela dupla Lennon-McCartney), algo muito incomum na época, mas que se tornou padrão no pop/rock dali em diante, e que hoje em dia é até cobrança. Quem nunca ouviu “Fulano não é bom porque não escreve suas próprias músicas”? Pois antes de “Love me do” essa era a regra. E isso é Beatles: uma fachada bonitinha e comportada com efeito avassalador. Verdade, o rock nasceu antes dos Beatles, mas foi realmente se aperfeiçoando e se expandindo com eles e depois deles. Concordo com quem diz que até mesmo naquela época poderia haver bandas melhores que os Beatles. Mas por alguma mágica ou química interna que nem Eric Clapton em “Living in the material world” sabe explicar, nenhuma delas conseguia surtir o mesmo efeito que eles. Hoje em dia é impossível imaginar o que teria sido do mundo sem o fab four – e que bom que a gente não precisa.

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Fashion Week!
















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By Instagran

Selinho entre os monstros sagrados do cinema Mr. Marlon Brandon e Mr. James Jean!!! Símbolos máximos da virilidade dos viris anos pós-guerra!














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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O povo do Wallmart é muito estranho...

O site "People of Walmart" faz muito sucesso registrando flagrantes de clientes "esquisitos" que frequentam uma rede de supermercados nos EUA. Abaixo, reproduzo algumas dessas figuras indo às compras:



























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É muita ralação!




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O Impressionismo e a moda! Expo imperdível no Museu D'Orsay!

A França exportou para o mundo bem-sucedidos modelos de dois grandes sistemas culturais: o dos museus e o das passarelas.

Nesta semana, a da fashion week parisiense, o Museu D'Orsay, uma das grandes instituições da arte na cidade (www.musee-orsay.fr), inaugurou uma mostra sobre a relação dos pintores impressionistas com as roupas.

Intitulado "O Impressionismo e a Moda", o evento vai até 20/01 e tem entre seus patrocinadores o grupo LVMH, dono de grifes como a Dior.



A marca organizou anteontem uma visita guiada ao museu. E as fashionistas "impressionadas" tomaram conta do espaço com seus saltos altíssimos e looks ousados.

O recorte temporal das obras vai de 1860 a 1880. Logo à entrada, o visitante fica sabendo que, naquele momento, no século 19, eram inauguradas as primeiras lojas de departamentos da história. E vestir-se nessas lojas era símbolo de status, bem como frequentar museus.

Estão expostas também algumas das primeiras revistas do assunto, com destaque para a "A Última Moda", em que o poeta Mallarmé (1842-1898), sob pseudônimos como Madame de Ponty e Miss Satin, discutia a relação da moda com posição social e desejo.

Ao lado, obras de Renoir (1841-1919) e Edouard Manet (1832-1883) mostram mulheres folheando essas publicações. Suas obras dominam a curadoria, tanto em número como pela força das imagens.



O surgimento do fenômeno fashion não escapou ao olhar atento dos impressionistas para o cotidiano.

Tem posição de destaque o grande retrato da Madame Bartholomé, pintado pelo marido, Paul-Albert Bartholomé. Exposto ao lado, o vestido dela parece menos maravilhoso do que o do quadro -este sim capaz de mostrar como a luz do ambiente e o corpo de uma mulher dão vida ao desenho da costura.

A cenografia de alguns ambientes do D'Orsay imita salas de desfile, com cadeiras vazias marcadas com nomes como Miss Satin, Arthur Rimbaud e Charles Worth, o grande costureiro do período.

A última sala reproduz um campo com pássaros, de onde brotam vestidos e telas como "Réunion de Famille", de Frédéric Bazille (1841-1870), em que senhoras posam alinhadas em meio ao verde.


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Location:#instagranlover

Fundador do Wikileaks permanece refugiado na embaixada do Equador, aguardando a concessão de um salvo-conduto .




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