segunda-feira, 15 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Coca-cola Life! Ecologica, com stevia.

Depoimento da blogueira Luana: http://buenosairesdalu.wordpress.com/2013/07/11/coca-cola-life-lancamento-na-argentina/
Esta semana fui no mercado e dei de cara com uma Coca-Cola verde, sim, eu disse VERDE! A Coca-Cola Life!
E depois pesquisando na internet descobri que se trata de uma nova linha lançada mês passado apenas na Argentina. É a primeira versão da família Coca produzida com estévia e açúcar como adoçantes. É uma versão de baixas calorias (tem 18kcal/100mL, contra 42kcal da Coca normal). E o slogan na garrafa diz: adoçada naturalmente, mas não vai substituir a Light e a Zero no mercado argentino.
Eu, como vi que cada carrinho tinha uma Coquinha verde, trouxe a minha também para provar. Sou bem chata para refrigerantes lights (que o diga minha amiga May, Coca-light-addicted), acho muito doce e com aquele gostão de adoçante que fica pra sempre na boca. Mas esta não tem nem o gosto da normal nem da light, é uma coisa no meio do caminho. Não é ruim, mas continuo preferindo a normal! /a>
As fotos pós-parto que impressionaram o mundo!

Ana Álvarez-Errezcalde es una artista que quiso retratar el momento inmediato al postparto de su hija para “desafiar las maternidades ‘de película’ que el cine, la publicidad y la historia del arte enseñan. "Para parir me abro, me transformo, no soy objeto y sangro, grito y sonrío. Estoy de pie con la placenta aún dentro mío, unida a mi bebé por el cordón umbilical".
Ni bien tomó las imágenes, Ana no pensaba hacerlas públicas. Se trataba de una postal que antes del nacimiento de su hija ya había visto en su mente, de manera recurrente, y quería materializar. Pero "después me pareció importantísimo que esas imágenes se vieran", contó la artista, ya que el valor de las tomas va más allá de lo visual e intenta mostrar todo eso que las mujeres no ven en una sala quirúrgica.
"Muchas mujeres que han parido nunca vieron sus propias placentas, encontes se intrigan por verla en la foto. Todo lo que parece desecho se quita de la visión de la madre, pero me parece muy rico que una pueda ver todo lo que nutre al hijo y asumirlo con gratitud y con naturalidad", explica la artista.
Ana asegura que con esta creación "umbilical" se aleja de Eva (y el castigo divino de “parirás con el dolor de tu cuerpo”) para ver a través de los ojos de Lucy, su hija recién llegada al mundo. "Estas imagnes permiten que se generen otros tipos de imaginarios. Mi maternidad fue una experiencia más animal, de perder el control, de dejarse llevar pero a la vez saber que estoy presente con mucha lucidez. Estoy haciendo lo que quiero en un momento que nos han hecho creer que se debe hacer otra cosa" aseguró la mujer, protagonista de una postal tan natural como la vida misma, pero que contadas veces vemos.
Escritores: curiosidades!
Graciliano Ramos foi comerciante de tecidos. Augusto dos Anjos costumava compor seus poemas em voz alta, no quintal de casa. Érico Veríssimo foi balconista de farmácia. Vítima de preconceito racial, Lima Barreto se tornou alcoólatra. Cristóvão Tezza escreve à mão. Cecília Meirelles fundou a primeira biblioteca para crianças, em Botafogo. Drummond de Andrade nunca fez uma viagem para fora do Brasil, exceto para a Argentina, onde para se encontrar com sua filha Julieta, o grande amor de sua vida. Euclides da Cunha morreu depois de uma troca de tiros com o amante de sua mulher. Seu filho tentou vingá-lo mas acabou sendo morto pelo mesmo homem. Plínio Marcos foi palhaço e camelô. Graciliano Ramos era ateu, mas tinha uma Bíblia na cabeceira da cama. Gilberto Freyre não se dava bem com aparelhos eletrônicos e não sabia ligar uma televisão. Otto Lara Resende teve 19 irmãos.

Fonte: blowg.

Fonte: blowg.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
No umbigo do mundo. Cora Ronai.
Estou há dois dias em Nova York e, além de andar abestada olhando para cima e para os lados, ainda não fiz nada. Tenho a maior admiração pelos amigos que vêm para cá com a agenda pronta, com restaurantes reservados, entradas para óperas e concertos compradas, exposições anotadas no caderninho. Já tentei fazer isso algumas vezes e nunca deu certo: caí em refeições pantagruélicas com boca de saladinha, fui a musicais quando questionava o sentido da vida, vi uma exposição cubista no auge da minha paixão por Tiziano. Claro que, mais tarde, por ocasião da retrospectiva do velho veneziano, senti saudades dos cubistas. Decidi, então, que Nova York seria para mim, dali para a frente, um dia de cada vez.
Dá certo e não dá. Dá porque nunca mais fiz nada que não tivesse vontade de fazer naquela hora. Não dá porque porque a cidade é tão divertida em si mesma que, na maioria das vezes, não tenho vontade de fazer outra coisa a não ser andar pelas ruas. Pego o primeiro ônibus que passa, desco, pego outro, exploro áreas que não conheço, traço um cachorro quente numa barraquinha, ouço músicos nas praças e no metrô. Acabo zanzando sem destino até à exaustão e chego ao hotel no bagaço, pronta para um bom banho, um bom livro, uma boa cama. O teatro fica para as calendas, o cinema para a volta, os museus e as galerias para os dias de chuva.
Dessa vez há uma exposição dos desenhos de Edward Hopper no Whitney que não quero perder; vai ser uma forma indireta de me encontrar com o Millôrzinho, que gostava de Hopper e que teria ficado feliz em ver esses desenhos quase desconhecidos.
o O o

A minha agenda nova-iorquina se complica ainda por outro fator: adoro hotéis. Gosto de ler e escrever sabendo uma cidade que não é minha lá fora; gosto de pedir comida no quarto; gosto de acordar tarde no meio de uma montanha de travesseiros.
Uma vez, na Índia, sentou-se ao meu lado, no trem, uma americana mais ou menos da minha idade, ou seja: uma senhora mais para avó do que para mochileira. Conversa vai conversa vem, caímos no assunto hotel. Eu estava encantada com os ótimos negócios que vinha fazendo pelo Rajastão, onde conseguia quartos das mil e uma noites em antigos palácios de marajás pelo equivalente a cinquenta dólares.
– Cinquenta dólares?! — exclamou a minha interlocutora, genuinamente chocada. — Mas você consegue quartos com banheiro por menos de quinze dólares em qualquer lugar! Hotel é só para dormir!
Não para mim. Foi difícil explicar a ela as viagens incríveis que aqueles palácios me inspiravam; mais difícil ainda foi convencê-la de que não fumo, não bebo nem uso drogas que não sejam vendidas em farmácia. Ela também não conseguiu me convencer das vantagens de economizar numa das melhores partes da viagem; mas o mundo é assim, vasto, variado, com gente de todo o tipo.
o O o
Meu hotel favorito em Nova York costumava ser o Algonquin, em cujo restaurante se reunia a turma da New Yorker em meados do século passado. Localização ótima, móveis elegantes, ambiente aconchegante. E, illo tempore, preços razoáveis. Esse último detalhe mudou drasticamente depois que o Algonquin passou por uma reforma milionária e reabriu como parte da cadeira Marriott. Mas, na época em que a diária ainda estava ao alcance de jornalistas, o que me atraía de verdade era Matilda, a gata da casa. Por causa dela eu nem me incomodava com o tamanho dos quartos, minúsculos, já que sempre descia para ler ou trabalhar no lobby, onde tirava casquinhas do quadrúpede mais mimado da hotelaria mundial.
Todo mundo que chegava da rua trazia uma coisinha para a Matilda, que aceitava os mimos e as festinhas como uma rainha aceita a reverência dos seus súditos. Ela tinha sua própria mobília miúda muito engraçadinha mas gostava mesmo era dos sofás e das poltronas: escolhia sempre o melhor lugar, e não era fácil convencê-la a abrir espaço, até porque os outros hospédes do salão viam essa ousadia de cara feia.
O Algonquin sempre teve gatos. Reza a lenda que, em 1930, um bichinho esfomeado entrou pedindo comida. Acabou ficando e fazendo amizade com os famosos frequentadores da casa. John Barrymore sugeriu que se chamasse Hamlet e, desde então, sempre que o felino em residência é macho, tem este nome; sempre que é fêmea, é xará da minha branquinha. Não conheci nenhum Hamlet, mas as duas Matildas que peguei eram muito tranquilas e altivas. Uma ainda está lá, mas foi vítima da burocracia: algum idiota reclamou com a vigilância sanitária e hoje a pobrezinha não pode mais circular pelos salões: fica restrita à recepção.
O mundo está ficando muito chato, sinceramente.

o O o
Os dias estão quentes e ensolarados. No fim da tarde, como em Belém do Pará, bate uma chuva, mas é só para dar aos turistas a oportunidade de fotografar o entardecer com o asfalto molhado, refletindo o vermelho dos freios dos carros e as primeiras luzes das lojas e das ruas, que começam a se acender. Hoje, lá pelas oito, oito e meia, quando os últimos raios de sol pintaram de rosa umas nuvens que estavam de bobeira sobre o Hudson, eu senti um aperto enorme no peito e me dei conta de como estava com saudade daqui.
I love New York.
Mesmo.
(O Globo, Segundo Caderno, 11.7.2013)
terça-feira, 9 de julho de 2013
CINEMA Woody Allen chega na França para gravar filme misterioso e selecionar 500 figurantes

Ninguém sabe qual será o nome do novo filme do Woody Allen. Muito menos a história…
Existe todo um mistério rolando sobre o próximo projeto do cineasta, que acabou de gravar “Blue Jasmine”, em São Francisco (EUA), com Cate Blanchett (o filme anterior à este foi o fraquinho “Para Roma com Amor”).
O que se sabe até agora do novo filme é que ele está sendo gravada na França… e que se passará nos anos 20 e terá Emma Stone, Colin Firth e Marcia Gay Harden no elenco. A gravação deve acontecer em Côte d’Azur, na França.
Woody Allen chegou nos lendários estúdios de la Victorine, em Nice, para selecionar 500 figurantes franceses para o filme.
Os 500 figurantes não podiam ter qualquer tipo de cabelo…
As pessoas tinham que ser brancas de 25 a 80 anos, mas com uma exigência rígida sobre os cabelos. Não podia ter dreadlock, nenhum megahair, nenhuma tintura ou luzes, nada, nada, nada. Tinha que ser cabelo natural.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Mandacaru e Jenipapo são l'occitane au Brésil: experimentei e amei!!

Ontem experimentei as duas novas linhas made in brasil da l'occitane: ambas maravilhosas e com aquela qualidade que caracteriza a cosmetica francesa! A linha jenipapo é mais doce, porem nao é nem um pouco enjoativa. É um sensacional floral frutado ao mesmo tempo chic e autentico.
A linha mandacaru é mais aveludada e delicada e pelo menos na minha pele senti uma diferença entre as notas de entrada e as notas do coracao e de fundo. Tanto que a principio achei enjoativa e preferi o perfume da linha jenipapo, porem, num segundo momento as notas do coracao se impuseram e um perfume suave e delicioso me conquistou, fazendo com que eu mudasse de opiniao. Na verdade os dois perfumes sao MUITO bons!
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