sexta-feira, 25 de junho de 2010

Ícones de computador na vida real.


Para você que passa tanto tempo on-line que sente dificuldade em conviver com objetos não icônicos, fiz essa seleção de coisinhas legais para você se sentir em casa quando não está no computador.
1. Lixeira imitando o ícone “Trash”. Dá para fazer o seu próprio modelo em papel cartão e usar para lixinhos limpos, como papel. Imprima a sua aqui.
2. Luvas de cozinha em formato de ícone da mãozinha feitas pelo designer brasileiro Anderson Horta.
3. Papel de carta em formato de cartinha e documento de e-mail! Pode ser encontrado aqui.



Pérolas do cancioneiro popular: vá entender...



“Abajur Cor de Carne” é um tumblr de Gabriel Schmitt que reúne pérolas do nosso cancioneiro popular. Frases que se destacam pela carência de sentido ou pela carga poética, como no caso de “Eu vou te deitar no pano de guardar confetes”, de autoria de Zé Ramalho.
Na galeria, colocamos alguns exemplos da genialidade de nossos compositores.

Quem quiser enviar sua colaboração, basta escrever para abajurcordecarne@gmail.com

Bizarro demais isso! Pobres bichinhos... customizados!!!

Pode parecer (e ser) meio bizarro, mas na China o pessoal achou uma ótima ideia customizar animais de estimação para fazê-los parecerem animais selvagens como tigres e ursos pandas. Sabe como é, quem não tem cão caça com gato.

Os cachorros favoritos na hora da customização são os chow chows, por causa do pelo longo e felpudo.

Tuiteiro é vagabundo?

Do blog do Tas: http://marcelotas.blog.uol.com.br/
Tuiteiro é vagabundo? José Maranhão, que apesar do nome é governador da Paraíba, parece pensar que sim. Segundo a imprensa local, ao ser acusado no twitter de inaugurar obra já inaugurada na gestão anterior, o ilustre Maranhão disparou: "enquanto uns tuítam, eu trabalho". A declaração acabou gerando uma resposta bem humorada dos tuiteiros da Paraíba, o video acima, um hit instantâneo na internet.

Saudades... saudade... luv Michael...



Michael Jackson foi um dançarino pop. Nisso, todos os críticos estão de acordo. Logo, um dançarino popular ou não clássico. Não erudito. Mas um dançarino que trouxe para os palcos do mundo uma dança de rua tão criativamente repaginada que despertava emoções coletivas do mais puro encantamento.

Quero dizer: independentemente da faixa etária ou da procedência geográfica dos espectadores, uma atmosfera de delírio visual envolvia Michael Jackson em cena. Nunca se viu ninguém (nem mesmo o fenomenal Elvis Presley) que desse tanta liberdade aos quadris, mãos, pernas e expressões faciais, num contexto rítmico de impecável marcação e irresistível contágio.
Se caprichava na interpretação vocal de suas músicas, Michel Jackson o fazia para melhor agradar aos ouvidos da própria dança. A garganta era personalíssima, porém os tímpanos a que primeiro se dirigia eram impessoais. Diga-se o mesmo das melodias, acordes, arranjos, instrumentos musicais, figurinos, pois todas essas coisas iam entrando pelos poros da dança para compor com ela uma só realidade avassaladoramente bela.
Era essa monolítica unidade do que há de mais corpóreo e mais etéreo que fazia a diferença. O multiverso a se transformar em universo (holisticamente falando), no desempenho cênico daquele homem frágil como porcelana e ao mesmo tempo forte como um rochedo.
E sob tal ambiência é que Michael Jackson regia uma infinitude de coisas para sacralizá-las no altar do seu incondicional amor pela dança. Ele próprio a ceder espaço para ela, mais e mais, como um gênio da lâmpada que se desprendesse da sua originária prisão para atender aos desejos daquela mulher que lhe arrebatava a alma (pois a dança nunca deixa de ser u'a mulher, a mais leve e curvilínea delas).
Assim é que a dança reconhecia em Michael o seu mais fervoroso cultor pós-moderno e se permitia apropriar-se dele. Tão possuidora dele que a um dado momento parecia que somente ela estava no palco. Uma dança entregue a si mesma, tão enlouquecida de beleza que já não havia nenhum dançarino a protagonizá-la.
Ela -e só ela- resplendia na objetividade absoluta da mais absoluta arte plástica. Por isso que Michael Jackson, inteiramente açambarcado pela dança, de repente já não fazia parte dele mesmo, porém dela. Dissolvia-se na sua própria dança, por havê-la conduzido ao esplendor quântico da partícula que se faz onda. Da matéria que se faz éter. Do mármore bruto que se faz "A Pietà" de Michelangelo.
Foram muitas, portanto, as fusões que se processaram na trajetória existencial de Michael Jackson. Fusão da mais espontânea dança de rua com a mais elaborada técnica da dança erudita. Fusão da cultura negra com a branca, revelada até mesmo no alisado dos cabelos renitentemente crespos e na progressiva brancura da tez de todo o corpo.
Fusão da graça virginal dos meninos com a mais séria compenetração profissional dos adultos. Da volubilidade assustada dos olhos com a tenacidade de um espírito capaz de todos os sacrifícios pela arte. Fusão, em suma, do dançarino e da dança. Dança em cujo coração o dançarino penetrou tão fundo como se chegasse, enfim, à sua definitiva casa interior.
Hoje, um ano depois de sua passagem física por este mundo, Michael Jackson como que sobrevive na pele do ar. Permanece com a sua dança hipnótica na pele do ar que a humanidade respira, com os demais seres viventes deste arrepiante, emocional planeta azul. "Thriller"...

CARLOS AYRES BRITTO é ministro do Supremo Tribunal Federal, poeta e membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.

Porque o importante é ter charme!

Uma questão de educação: por favor desligue o telefone!



A designer Ingrid Zweifel criou uma série de simpáticas medidas para você focar naquilo que é mais importante. É o projeto “My Phone Is Off For You” (Meu telefone está desligado por você).

Ela explica como usar e os benefícios, contra uma condição comum do mundo conectado em que vivemos hoje: “nós podemos estar sentados na mesma mesa, mas não estamos realmente juntos”.
No site myphoneisoffforyou.com tem um vídeo explicativo.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Viva São João, vivaaaaaaaaaa!!!










Vivi uma infância de muitas e muitas festas de São João felizes, graças a Deus. Acho que só quem é do interior do nordeste sabe do que estou falando: fogueiras nas frentes das casas (sim, todo mundo mora em casas) muita comida junina, licor de genipapo, forró pé de serra, de Luis Gonzaga e companhia...
Todos entram na casa de todos e se trocam amabilidades: São João nordestino é a festa da gentileza por excelência. Pura alegria e animação. Recomendo a todos o documentário maravilhoso de Gil , mas prepare o lenço pois quem for nordestino vai chorar do inicio ao fim de alegria e saudade, no meu caso! Viva São João, Santo Antonio e São Pedro!