sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Avise prazamigues: Stellinha é a nova Stylist da C&A, tá bom Creuza?

Tenha uma cópia da primeira página da Folha de São Paulo do dia em que você nasceu (ou, logicamente, de qualquer outra data que escolher).

TECLE:

http://acervo.folha.com.br/


Na página, clique em "Desde 1921", escolha primeiro o jornal, depois ano, mês e dia.

Folha de São Paulo -> desde o ano de 1960
Folha da Manhã -> de 1925 a 1959
Folha da Noite -> de 1921 a 1959

Para imprimir, use o botão de imprimir no canto superior direito. O tamanho da impressão segue o zoom que se deu na página. Pelo menos para mim, com um clique no zoom, a impressão ocupa toda uma página A4 impressa. Não funcionou a impressão com zoom no Internet Explorer (pode ser porque não configurei).

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/

Alexander McQueen no MOMA! M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!!!!!!




I luv my refrigerator!!!

Dez erros que as mulheres insistem em cometer:

* Pedir atenção para o namorado

* Comprar sapato de baixa qualidade
* Pedir conselho pra amiga mal amada
* Reclamar qualquer coisa para sogra
* Tentar transformar cafajeste em marido
* Olhar no celular dele esperando não achar nada
* Contar a briga que teve com o namorado pra alguém antes de contar até 10 (vai que passa)
* Achar que vai rolar romance na noite de núpcias
* Se vingar do cônjuge pelo twitter
* Contar que já teve um caso com o fulano do trabalho para o namorado novo

E se os posteres falassem... a verdade?





Os penteados mais horripilantes do Oscar!!! Cruzes!!! Será que teremos novas versões nesse findi??

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Luís Capucho no Globo de ontem,charge de Latuff na capa da Folha SP de hoje... esses meus amigos estão arrasando, hem??

Errar é humano... no Oscar??

ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha

By Katylene: "Em entrevishta ao Segoondo Caderno do jor-anal O Globo de hojy, a atreez Dehboráh Sçecco comparou a loucurinha da sua fashcinantchy personagem Bruna Surfistsheenha com o drama de Natalie Portman em Pato Preto."



A quem interessar possa...

Certa vez, na Índia, um sábio passeava, com seu discípulo, à margem do rio Ganges, quando viu um escorpião que se afogava. Ele então correu e, com a mão, retirou o animalzinho e o trouxe à terra firme. Naquele instante, o escorpião o picou... Dizem que é uma dor terrível... Inchou a mão do sábio. Assim que ele o colocou no chão, pacientemente, o escorpião voltou para a água. E ele, com a mão já inchada e aquelas dores violentas, vai e o retira novamente. E o discípulo a observar... Numa terceira vez que ele traz o escorpião, já com a mão bastante inchada e as dores violentas, ele o põe mais distante em terra. Aí, o discípulo já não suporta mais aquilo, e diz: "Mestre, eu não estou entendendo... este animal... é a terceira vez que o senhor vai retirá-lo da água e ele pica sua mão dessa maneira. O senhor deve estar sofrendo dores horríveis...". E ele, com a fisionomia plácida das almas que conhecem o segredo do bem, daqueles que já realmente conquistaram um território de amor e de renúncia no coração, que têm a visão das verdades celestes, vira-se para o discípulo e diz: “Meu filho, por enquanto a natureza dele é de picar, mas a minha é de salvar!”



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Hoje fiquei muito orgulhosa quando me deparei com meu velho amigo Luís nas páginas do Globo! Viva!!!

O ‘lendário' e 'maldito’ Luís Capucho lança disco e livro e é gravado por Ney Matogrosso.

RIO - Camiseta branca, largo calção azul, sandália de dedo, mochila de pano atravessada no corpo e, na mão, uma sacola com recortes de jornais e revistas, livros, CDs... É assim, glamour perto de zero, mas indumentária perfeita para o calor de 40 graus daquele início de tarde no Centro do Rio, que o compositor e escritor Luís Capucho chega para a entrevista. Estamos frente ao mais maldito dos malditos da canção brasileira, com apenas um CD lançado, “Lua singela” (Astronauta, 2002), e esparsas composições gravadas por, entre outros, Cássia Eller, Clara Sandroni, Marcos Sacramento, Pedro Luís, Arícia Mess, Cristina Braga, Rita de Cássia e Daúde. Poucas, mas boas, daquelas que provocam reações extremadas, tipo “ame-as ou deixe-as”, e contundentes o suficiente para transformar esse capixaba de 49 anos num mito, mesmo que ainda para um pequeno circuito de admiradores.


— Capucho, para mim, é uma lenda, ouço falar dele há anos, e sempre foram histórias muito loucas — confirma Ney Matogrosso, que está com duas canções da “lenda” em mãos para, uma delas pelo menos, entrar no disco dos “malditos” que fará ainda este ano. — De alguma forma, Capucho sempre me rondou, mas só vim conhecê-lo recentemente.

O aval de Ney deve facilitar o lançamento dos dois novos trabalhos de Capucho, o segundo CD, “Cinema Íris”, e um terceiro livro, “Mamãe me adora” — após “Cinema Orly” (1999, ganhador, em 2005, do Prêmio Arco-Íris dos Direitos Humanos) e “Rato” (2007). Neles, esse filho de mãe solteira e pobre, formado em Letras na Universidade Federal Fluminense — professor aposentado devido a sequelas de um espancamento 14 anos atrás, que o deixou com voz cavernosa — e atualmente cursando pós-graduação em Leitura e Produção de Texto, exercita com rigor a sua arte visceral. Na literatura, passa tanto pela forte figura da mãe, Dona Luísa — que morreu no carnaval de 2009, enquanto na avenida desfilava o Império Serrano, com “A lenda das sereias, rainhas do mar” — quanto pela descoberta de sua homossexualidade e pelo relato de suas tardes e noites de pegação na Cinelândia.


 Na música, estaria entre o rock (de Lou Reed ou Tom Waits) e a MPB (de Caetano ou Chico), ou, como o próprio Ney agora pretende classificá-lo, no escaninho de malditos como Itamar Assumpção, Jorge Mautner, Tom Zé, Luiz Melodia, Jards Macalé...

Em Niterói, para onde se mudou sozinho aos 14 anos, trazendo um ano depois a mãe, que foi trabalhar como lavadeira no cortiço onde viviam, Capucho ampliou seus horizontes. Na música, no que é surpreendente para quem não percebia as melodias em Milton e Caetano, encantou-se com o grupo paulistano Rumo, do canto-fala de Luiz Tatit.
— O Rumo continua uma influência. Nunca escrevi poesia e minhas letras não têm a métrica habitual de canções, são mais como prosa — diz Capucho, que, apesar de reverenciado como escritor, desconfiava de seu talento como letrista. — No primeiro disco, me cerquei de parceiros letristas, como Mathilda Kóvak, Suely Mesquita e Marcos Sacramento. Agora, em “Cinema Íris”, quase todas têm letra e música minhas.
Também comparado a Renato Russo e Cazuza, diz que, nos anos 80, quando imperava o rock, estava mais interessado no obscuro Cão Sem Dono, de Paulo Baiano (instrumentista e produtor de “Lua singela” e “Cinema Íris”) e do cantor Marcos Sacramento (que assina a direção artística do novo CD), amigos que o acompanham desde a adolescência.
A sina de Capucho pode ser a de eterno artista underground, mas “Cinema Íris” tem algum combustível para trazê-lo à superfície. Numa primeira audição, soa arrastado, como um Leonard Cohen mais rude e cru, mas cresce com o tempo, nos detalhes, com forte densidade poética.

O disco, com produção associada de Ruth Castro e “produção afetiva” de Pedro Paz — seu primeiro companheiro fixo, há quatro anos, após décadas de sexo rápido, muitas vezes anônimo, no escurinho do cinema (ou “da igreja”, como escreve) —, traz 12 canções inéditas e apenas uma já gravada, “Romena”, por Daúde, em 1997. Se depender da habitual lentidão da surda indústria fonográfica, duas podem perder o ineditismo, aquelas que chegaram às mãos de Ney Matogrosso, a faixa-título e “Céu”.

Diana Ross sai do supermercado, toma susto... e quem cai para trás é a gente! Hahaha!





Ah.. o amor!

"Vocês sabem que Ken e Barbie romperam seu relacionamento em 2004. No entanto, Ken não estava bem (tanto tempo sem a amada...) e queria retomar. Um pouco antes do Dia dos Namorados (Valentine's Day - 14 de fevereiro), ele espalhou outdoors pela cidade declarando seu amor e pedindo que Barbie voltasse pra ele. Deu resultado. Como eu sei? Eles atualizaram seus status no Facebook, claro!"


Do blog: http://lucianaiten.com/luny