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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Criança indígena é queimada viva por madeireiros no Maranhao!
Rogério Tomaz Jr
Quando a bestialidade emerge, fica difícil encontrar palavras para descrever qualquer pensamento ou sentimento que tenta compreender um acontecimento como esse.
Na última
segunda-feira (3) semana*. uma criança de oito anos foi queimada viva por madeireiros em Arame, cidade da região central do Maranhão.
Enquanto a criança – da etnia awa-guajá – agonizava, os carrascos se divertiam com a cena.
O caso não vai ganhar capa da Veja ou da Folha de São Paulo. Não vai aparecer no Jornal Nacional e não vai merecer um “isso é uma vergonha” do Boris Casoy.
Também não vai virar TT no Twitter ou viral no Facebook.
Não vai ser um tema de rodas de boteco, como o cãozinho que foi morto por uma enfermeira.

E, obviamente, não vai gerar qualquer passeata da turma do Cansei ou do Cansei 2 (a turma criada no suco de caranguejo que diz combater a corrupção usando máscara do Guy Fawkes** e fazendo carinha de indignada na Avenida Paulista ou na Esplanada dos Ministérios).
Entretanto, se amanhã ou depois um índio der um tapa na cara de um fazendeiro ou madeireiro, em Arame ou em qualquer lugar do Brasil, não faltarão editoriais – em jornais, revistas, rádios, TVs e portais – para falar da “selvageria” e das tribos “não civilizadas” e da ameaça que elas representam para as pessoas de bem e para a democracia.
Mas isso não vai ocorrer.
E as “pessoas de bem” e bem informadas vão continuar achando que existe “muita terra para pouco índio” e, principalmente, que o progresso no campo é o agronegócio. Que modernos são a CNA e a Kátia Abreu.
A área dos awa-guajá em Arame já está demarcada, mas os latifundiários da região não se importam com a lei. A lei, aliás, são eles que fazem. E ai de quem achar ruim.
Os ruralistas brasileiros – aqueles que dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são radicais.
—

Os madeireiros que cobiçam o território dos awa-guajá em Arame não cessam um dia de ameaçar, intimidade e agredir os índios.
E a situação é a mesma em todos os rincões do Brasil onde há um povo indígena lutando pela demarcação da sua área. Ou onde existe uma comunidade quilombola reivindicando a posse do seu território ou mesmo resistindo ao assédio de latifundiários que não aceitam as decisões do poder público. E o cenário se repete em acampamentos e assentamentos de trabalhadores rurais.
Até quando?
_____________________
matéria da internet: Conexão Brasília Maranhão
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Quando a bestialidade emerge, fica difícil encontrar palavras para descrever qualquer pensamento ou sentimento que tenta compreender um acontecimento como esse.
Na última
segunda-feira (3) semana*. uma criança de oito anos foi queimada viva por madeireiros em Arame, cidade da região central do Maranhão.
Enquanto a criança – da etnia awa-guajá – agonizava, os carrascos se divertiam com a cena.
O caso não vai ganhar capa da Veja ou da Folha de São Paulo. Não vai aparecer no Jornal Nacional e não vai merecer um “isso é uma vergonha” do Boris Casoy.
Também não vai virar TT no Twitter ou viral no Facebook.
Não vai ser um tema de rodas de boteco, como o cãozinho que foi morto por uma enfermeira.
E, obviamente, não vai gerar qualquer passeata da turma do Cansei ou do Cansei 2 (a turma criada no suco de caranguejo que diz combater a corrupção usando máscara do Guy Fawkes** e fazendo carinha de indignada na Avenida Paulista ou na Esplanada dos Ministérios).
Entretanto, se amanhã ou depois um índio der um tapa na cara de um fazendeiro ou madeireiro, em Arame ou em qualquer lugar do Brasil, não faltarão editoriais – em jornais, revistas, rádios, TVs e portais – para falar da “selvageria” e das tribos “não civilizadas” e da ameaça que elas representam para as pessoas de bem e para a democracia.
Mas isso não vai ocorrer.
E as “pessoas de bem” e bem informadas vão continuar achando que existe “muita terra para pouco índio” e, principalmente, que o progresso no campo é o agronegócio. Que modernos são a CNA e a Kátia Abreu.
A área dos awa-guajá em Arame já está demarcada, mas os latifundiários da região não se importam com a lei. A lei, aliás, são eles que fazem. E ai de quem achar ruim.
Os ruralistas brasileiros – aqueles que dizem que o atual Código Florestal representa uma ameaça à “classe produtora” brasileira – matam dois (sem terra ou quilombola ou sindicalista ou indígena ou pequeno pescador) por semana. E o MST (ou os índios ou os quilombolas) é violento. Ou os sindicatos são radicais.
—
Os madeireiros que cobiçam o território dos awa-guajá em Arame não cessam um dia de ameaçar, intimidade e agredir os índios.
E a situação é a mesma em todos os rincões do Brasil onde há um povo indígena lutando pela demarcação da sua área. Ou onde existe uma comunidade quilombola reivindicando a posse do seu território ou mesmo resistindo ao assédio de latifundiários que não aceitam as decisões do poder público. E o cenário se repete em acampamentos e assentamentos de trabalhadores rurais.
Até quando?
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matéria da internet: Conexão Brasília Maranhão
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Que remedio?!
Organizações de cultura Afro ganham direito de resposta contra ação preconceituosa!
O Ministério Público Federal autorizou entidades afro-brasileiras a produzirem um vídeo com direito de resposta a uma reportagem da rede evangélica TV Record. Em ação contra reportagem discriminatória das religiões afro-brasileiras, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-Brasileira (INTECAB), obtiveram, em nome da liberdade de crença e dos respeito a todas as religiões, a oportunidade de rebater a pregação preconceituosa.
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Nao pode nao pode nao pode ( segundo o dono da novela, claro! )
E imaginem, a Amy Winehouse vai aparecer no carnaval! Pelo menos aqui, no Loucura Suburbana. A idéia foi do Ênio Sérgio, artista sempre presente no bloco com seus desenhos maravilhosos que ilustram nossas camisetas há muitos anos. Sensibilizado com a notícia da partida precoce, por overdose, da cantora e compositora mundialmente famosa, Ênio fez para o Bloco um lindo desenho da talentosa artista. O fato, levado para as reuniões que discutiram o tema do samba para o carnaval 2012, deu o que falar: as drogas, assunto da ordem do dia no país e no mundo, tornaram-se o tema central- foram o assunto de pauta por excelência. Lícitas ou ilícitas, elas estão aí, comprando o sono na farmácia, alimentando sonhos, servindo de máscara para esconder a dor e fugir da tristeza.
Muitas celebridades que tiveram o mesmo destino foram lembrados e reverenciados:
Carmen Miranda, Janis Joplin, Elvis Presley, Jimmy Hendrix, Bob Marley, Kurt Cobain, Raul Seixas, Michael Jackson, Elis Regina, Cássia Eller, dentre tantos outros que deixaram um vazio no coração de seus fãs, mas que marcaram profundamente a cultura com suas obras, suas presenças fortes. Hoje o Loucura Suburbana vem falar principalmente da máscara da alegria do carnaval com muita magia e samba no pé. Somos da saúde mental, vamos vestir nossa fantasia e convidar a todos a serem celebridades nesta folia. Celebridades na liberdade e ilusão do carnaval.
E foi para viver e reviver celebridades que convidamos você para fazer um samba que conte essa história: De Carmen Miranda a Amy Winehouse: sou Loucura Suburbana, sou da saúde mental – celebridade neste carnaval. Mas o mais importante é você soltar a sua criatividade e imaginação!
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Nise da Silveira: cinebiografia!
Trabalho em filme sobre Nise da Silveira 'é um sonho', diz Glória Pires
Longa vai retratar trajetória da psiquiatra que se tornou referência no Brasil.
Dirigido por Roberto Berliner, filme também terá Flavio Bauraqui no elenco.

Uma história de bravura e determinação está prevista para chegar às telas brasileiras em 2013. Com direção de Roberto Berlinder, “Nise da Silveira – Senhora das imagens" pretende revelar ao grande público a história da trajetória profissional da médica alagoana que virou referência no tratamento da esquizofrenia no Brasil. O papel-título ficará a cargo de Glória Pires, que se diz "mergulhada" em pesquisas sobre a vida e a trajetória profissional da médica alagoana

Estamos todos apaixonados porque ela. Quanto mais a conhecemos, mais temos vontade de nos aprofundar em sua história. Está sendo uma maravilha, um aprendizado, um sonho", disse Glória, que utilizou-se de documentos, entrevistas e fotos, além da trilogia "Imagens do inconsciente", o premiado documentário sobre Nise dirigido pelo cineasta Leon Hiszman. Glória destaca a personalidade da personagem, descrita pela atriz como uma "mulher de opostos". "Ela tinha um senso de humor muito peculiar, embora fosse uma mulher muito estudiosa. Estamos justamente nesta busca para trazer estes contrastes, sua humanidade e sua enorme carga de afetividade", destacou a atriz, que também tem conversado com pessoas conviveram com a psiquiatra. "Clientes" O filme se passa entre 1942 e 1944, período em que Nise chega ao Rio de Janeiro para trabalhar no Hospital Pedro II, localizado no Engenho de Dentro, subúrbio da cidade. Lá é designada para cuidar da área de terapia ocupacional do centro psiquiátrico da unidade, transformando o setor. Os pacientes passam a ser tratados como “clientes” e a participar de atividades como jardinagem, teatro, dança e música. As chamadas oficinas de arte acabam se tornando ferramentas eficazes e fundamentais para a melhora significativa dos internos.

"A partir desse momento, alguns desses esquizofrênicos embotados transformaram-se em grandes artistas. E, pela leitura que fazia dessas obras, Nise começou a penentrar no inconsciente deles. Este talvez tenha sido seu grande triunfo. O filme fala disso tudo", comentou o diretor Roberto Berlinder, que teve a ideia da produção há cerca de 8 anos. "Não pude evitar. Começou com um pedido de ajuda para que a gente fizesse um comercial para a Casa das Palmeiras, uma das instituições que a Nise fundou. A partir daquele momento, percebemos que tínhamos uma grande história nas mãos, de uma mulher que foi contra tudo e contra todos a vida inteira. E sempre esteve do lado dos maginalizados", disse Berlinder. O tema do filme fala pessoalmente ao cineasta, o que acabou por influenciá-lo também na decisão de capitanear o projeto. "Não sei se isso explica alguma coisa ou se isso atuou no meu inconsciente, mas tive um irmão com Síndrome de Down. Ele já está morto. Foi afastado da família quando tinha dois anos. E passou por instituições a vida inteira. Certamente isso me marcou. E esse filme provavelmente será dedicado a ele", revelou. - Posted using BlogPress from my iPad
Uma história de bravura e determinação está prevista para chegar às telas brasileiras em 2013. Com direção de Roberto Berlinder, “Nise da Silveira – Senhora das imagens" pretende revelar ao grande público a história da trajetória profissional da médica alagoana que virou referência no tratamento da esquizofrenia no Brasil. O papel-título ficará a cargo de Glória Pires, que se diz "mergulhada" em pesquisas sobre a vida e a trajetória profissional da médica alagoana
Estamos todos apaixonados porque ela. Quanto mais a conhecemos, mais temos vontade de nos aprofundar em sua história. Está sendo uma maravilha, um aprendizado, um sonho", disse Glória, que utilizou-se de documentos, entrevistas e fotos, além da trilogia "Imagens do inconsciente", o premiado documentário sobre Nise dirigido pelo cineasta Leon Hiszman. Glória destaca a personalidade da personagem, descrita pela atriz como uma "mulher de opostos". "Ela tinha um senso de humor muito peculiar, embora fosse uma mulher muito estudiosa. Estamos justamente nesta busca para trazer estes contrastes, sua humanidade e sua enorme carga de afetividade", destacou a atriz, que também tem conversado com pessoas conviveram com a psiquiatra. "Clientes" O filme se passa entre 1942 e 1944, período em que Nise chega ao Rio de Janeiro para trabalhar no Hospital Pedro II, localizado no Engenho de Dentro, subúrbio da cidade. Lá é designada para cuidar da área de terapia ocupacional do centro psiquiátrico da unidade, transformando o setor. Os pacientes passam a ser tratados como “clientes” e a participar de atividades como jardinagem, teatro, dança e música. As chamadas oficinas de arte acabam se tornando ferramentas eficazes e fundamentais para a melhora significativa dos internos.
"A partir desse momento, alguns desses esquizofrênicos embotados transformaram-se em grandes artistas. E, pela leitura que fazia dessas obras, Nise começou a penentrar no inconsciente deles. Este talvez tenha sido seu grande triunfo. O filme fala disso tudo", comentou o diretor Roberto Berlinder, que teve a ideia da produção há cerca de 8 anos. "Não pude evitar. Começou com um pedido de ajuda para que a gente fizesse um comercial para a Casa das Palmeiras, uma das instituições que a Nise fundou. A partir daquele momento, percebemos que tínhamos uma grande história nas mãos, de uma mulher que foi contra tudo e contra todos a vida inteira. E sempre esteve do lado dos maginalizados", disse Berlinder. O tema do filme fala pessoalmente ao cineasta, o que acabou por influenciá-lo também na decisão de capitanear o projeto. "Não sei se isso explica alguma coisa ou se isso atuou no meu inconsciente, mas tive um irmão com Síndrome de Down. Ele já está morto. Foi afastado da família quando tinha dois anos. E passou por instituições a vida inteira. Certamente isso me marcou. E esse filme provavelmente será dedicado a ele", revelou. - Posted using BlogPress from my iPad
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Louvre e Nitendo: interativos!
A partir de março 2012 a Nitendo substituirá progressivamente os tradicional audio-guia do Museu Louvre. O Museu anunciou ter assinado uma parceria com o grupo japonês Nintendo onde 5.000 consoles serão entregues ao museu. A Nintende 3DS oferece uma visão em três dimensões e o visitante poderá se “geolocalizar” no interior do Louvre. Ele poderá também escolher itinerários de visita e escutar comentários sobre as obras. Este guia multimédia será disponível em sete linguas por 6 euros. O Louvre é o primeiro museu do mundo a introduzir esta novidade. Como a console de jogo é um objeto do quotidiano e que todos sabem utilizá-la, o museu espera aumentar o consumo deste serviço cultural. O objetivo final é transformar este gigantesco museu em divertimento interativo e desdramatizar a visita deste palácio imponente. - Posted using BlogPress from my iPad
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Sao Longuinho App!
Quem nunca perdeu nada e apelou para alguns pulinhos a São Longuinho? Bom, já está na hora de dar uma folga para o coitado. Mas se direto você perde suas coisas, não se preocupe! Os designers chineses Chu Wang e Qiujin Kou criaram o conceito do Finder, um produto inovador especialmente para você. Ele vem com diversos adesivos para serem colados nos objetos que você mais perde. Basta que esses objetos sumam para o Finder dizer onde é que eles estão.

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