
sábado, 7 de março de 2009
Fetiche

Nem o Homer Simpson escapa daquele que, na minha opinião, é um dos maiores fetiches masculinos (acho que só perde para o ménage- com duas mulheres, claro): o beijo lésbico.
A cena acima, da Marge beijando uma amiga (que só aconteceu na imaginação do Homer), foi ao ar no episódio do domingo passado (dia 1º de março) na TV americana, segundo li no G1. Por que essa obsessão, rapazes?
quarta-feira, 4 de março de 2009
Prince

Sabe por quanto?
Apenas US$11,99!
O set inclui os álbuns “LOtUSFLOW3R” e “MPLSoUND” mais um CD da nova descoberta do gênio de Minneapolis, Bria Valente.
Está certo que a maioria das pessoas vai baixar de graça.
Mas, depois de anos vendo a indústria ser mais pornográfica do que fonográfica, não é um alívio ver alguém cobrar um preço razoável?
terça-feira, 3 de março de 2009
Pink Lover!



segunda-feira, 2 de março de 2009
No Ralo!

domingo, 1 de março de 2009
Livro bom prá ler no bonde (ou no carnaval): muita, muita sujeira, isso é política!

Do saco sem fundo de assuntos que a breve existência de Marilyn Monroe já proporcionou aos curiosos -incluindo, nos últimos anos, um romance sobre sua estranha relação com o terapeuta e uma série de fotos em que aparece nua-, sai agora a biografia "Marilyn & JFK".
E seu autor, o francês François Forestier, nem tenta ir muito mais longe que seus pares no escrutínio da vida da atriz, morta aos 36, em 1962, por overdose de barbitúricos. A obra, lançada pela Objetiva, quer apenas ser o "primeiro relato completo da história de amor entre o maior símbolo sexual de Hollywood e o presidente americano", como informa o material de divulgação. Crítico de cinema da "Nouvel Observateur", Forestier diz que partiu de seus "quase 40 anos de cobertura de Hollywood", com entrevistas com diretores como John Huston e Billy Wilder, e da leitura de tudo o que se registrou sobre a estrela e o político para contar "uma história que todo mundo conhece, mas ninguém conhece [o caso de alguns anos que eles tiveram]".
"Cada diálogo, cada situação, tudo foi documentado. Marilyn e JFK estavam constantemente sob algum tipo de vigilância -FBI, CIA, máfia e por aí vai. Todos os diálogos que usei, ou situações que descrevi, foram reportados por testemunhas. Se você começa a criar histórias, perde a credibilidade.
" Marilyn aparece não como a mulher inteligente que outros biógrafos pintam. Pelo livro, ela é "manipuladora", além de insuportável o bastante para levar Wilder a dizer que ele merecia uma "medalha como a que se dá aos gravemente feridos na guerra" por tê-la dirigido duas vezes.
JFK surge como uma "criança mimada" que, na vida pessoal, não sabia o significado da palavra ética. Não faltam pormenores sobre momentos como o assassinato de John F. Kennedy, em 1963, e o clássico "Happy Birthday, Mr. President" entoado pela atriz no 45º aniversário dele. A teoria conspiratória que liga a morte dela ao affair, no entanto, é desmentida -Marilyn, avalia o biógrafo, era uma suicida em potencial.

























