"Onde nascem as estrelas e se constroem lendas", este é o mote do Apollo Theater, situado no coração do Harlem, na rua 125, entre a Sétima e Oitava Avenidas.
Foi neste teatro que vários músicos famosos começaram suas carreiras e se consagraram, tais como: James Brown, Michael Jackson, Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Diana Ross & The Supremes, Marvin Gaye, Steve Wonder, Aretha Franklin, B.B. King, Mariah Carey, entre vários outros.
Toda quarta-feira à noite, às 7:30, há o concurso de calouros no Apollo Theater.Os ingressos custam a partir de 17 dólares e podem ser adquiridos na biheteria do teatro, ou no site do ticketmaster.No entanto, as primeiras 75 pessoas a comprarem o ingresso para o concurso de calouros pagam apenas 7,50 dólares, mas isto vale apenas para compras diretamente na bilheteria, entre os horários das 10 da manhã e 5 da tarde.
Outra promoção muito boa é o chamado "Recession Package", ou "Pacote de Recessão", que é jantar para dois no Dallas BBQ e dois ingressos para o show de calouros no Apollo Theater pelo preço total de U$ 49,99.Basta pedir pelo "Recession Package" no Dallas BBQ da Times Square.
Ontem assisti Slumdog e fiquei impressionada como é "parecido" com Cidade de Deus: as cores, o ritmo, a fotografia, o mundo cão, a favela, as crianças, a violência, os movimentos de câmeras e corpos. Muito, muito parecido mesmo. Talvez uma homenagem também pois os dois diretores são muito amigos. Fica a impressão de que se Fernando Meirelles tivesse nascido gringo teria ganhado o oscar há tres anos atrás por seu filme e por sua direção.
Quanto à qualidade do filme, claro que é bom, emocionante, etc... não me empolguei muito porque já estou há muito tempo sem resistencia emocional para dedicar as minhas poucas horas de lazer à visão da dor da humanidade, visto que esse é o meu trabalho diário durante 50 horas por semana. Então no cinema gosto mais de Woody Allen, Almodovar, etc...
Hoje é pouco o valor dado a uma grande preciosidade tecnológica inventada pelo homem moderno, o papel higiênico.
E jogue o primeiro rolo, aquele que nunca se viu desesperado quando, depois de um “serviço” bem feito no banheiro, não encontrou esse produto ao alcance da mão.
Utilizado pela primeira vez pelos chineses no século VI, o papel higiênico como o conhecemos – em rolo e perfurado – só foi criado a partir do século XIX, pelo americano Seth Weeler.
Antes disso, se usava quase tudo para se limpar depois do número 2. O site Regretful Morning listou nove das formas mais bizarras de fazer isso, nesta lista foi acrescentado mais uma. Confira abaixo. E Deus abençoe o papel higiênico!
1) Lã: Não só os Vinkings, como classes mais abastadas, usavam lã para se limpar. Pobres ovelhas! Outras sociedades usavam renda ou cânhamo.
2) Cordas: O único recurso para os marinheiros em alto mar era se contentar com a aspereza das cordas usadas nas velas e no barco.
3) Pedras: Para os gregos, as formas lisas e redondas das pedras eram perfeitas para esse objetivo. Além do mais eram encontradas em quase todos os lugares.
4) Esponjas e água salgada: Já os romanos pareciam um pouco mais preocupados com sua higiene. Eles usavam uma esponja presa a um pedaço de madeira e depois a colocavam em um balde com água salgada.
5) Espigas de milho: Nada de pipoca! Muitos usavam espigas de milho debulhadas como papel higiênico, inclusive os portugueses.
6) Maconha: Segundo o site, os franceses usavam folhas de maconha para se limpar. Mas nada de dar grau no processo.
7) Cascas de coco: Essa foi a escolha dos havaianos… Confortável, né?
8 ) Musgo: Os esquimós e outras sociedades usavam musgos – que cresciam em abundância em suas regiões – para ficar mais asseados. Ou assim pensavam.
9) Gravetos: No Japão era comum usar gravetos de madeira. Aparentemente eles usavam palitinhos para tudo.
10) A mão esquerda: Por que ninguém nunca pensou nisso antes? Muitas sociedades orientais usavam – e ainda usam – a mão esquerda para se limpar depois de fazer as necessidades. Não ligue se na Índia alguém te olhar feio porque você está comendo usando a mão esquerda ou se você a estende na hora de cumprimentar.
Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espectáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos.
Mais deprimentes do que esses parques, só os espectáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana.
Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já.
No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade.
A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas.
Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. A quem devo apelar? À direcção do zoológico? À Câmara? À Generalitat?
Em O leitor, Stephen Daldry pergunta se as pessoas podem ser salvas contra sua vontade.
Hanna, já adulta, se envolve com o adolescente Michael pouco depois da Segunda Guerra Mundial. Ela desaparece subitamente, mas Michael a reencontra depois de alguns anos, quando ele é um estudante de direito e ela está julgada por crimes que teria cometido no final da guerra. Durante o julgamento, Michael descobre algo sobre Hanna que poderia garantir a ela uma sentença mais branda. O rapaz percebe, também, que Hanna prefere assumir a culpa mais grave a revelar seu segredo.
É em torno desse dilema ético que Stephen Daldry consegue transformar O leitor numa espécie de filme plural: é romance sobre um grande amor proibido, um drama de tribunal que investiga os limites da Justiça, um novo olhar sobre as culpas pela guerra, um estudo sobre como a personalidade dos culpados interfere na história.
"Já está rolando na internet um documento que, dizem!, traz os vencedores do Oscar que serão anunciados só no domingo à noite. De acordo com o blog Movie Crunch, a lista foi postada por um blog anônimo que depois foi retirado do ar. Isso, segundo eles, aumenta ainda mais as suspeitas de que tudo pode ser verdade. Ah, tá! Mas agora vamos dar uma olhada na lista. Se eu tivesse que inventar os ganhadores e forjar um documento (não tô dizendo que fizeram isso, tá? - a gente tá super acreditando que a lista é de verdade. kkkkkk), eu também escolheria os mesmos nomes ganhadores. Vou imprimir a listinha e ficar com ela em frente à televisão no domingo à noite. Just in case…."
Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o gerundismo.
Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet.O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha das pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.
Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito. Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho.
Sinceramente: nossa paciência está ficando a ponto de estar estourando.O próximo "Eu vou estar transferindo a sua ligação" que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos.As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.
Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que "We'll be sending it tomorrow" possa estar tendo o mesmo significado que "Nós vamos estar mandando isso amanhã" acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações. A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo.
A primeira pessoa que inventou de estar falando "Eu vou tá pensando no seu caso" sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade lingüística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas. Você certamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como "O que cê vai tá fazendo domingo?" ou "Quando que cê vai tá viajando pra praia?", ou "Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa".
Deus, o que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o "a nível de", o "enquanto", o "pra se ter uma idéia" e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?
(Matéria publicada na coluna "Xongas", de O Estado de S. Paulo, em 16 de fevereiro de 2001)
Mas quem andava produzindo a bebida era o meio irmão de Jimi, Leon Hendrix.
Acontece que o tal meio-irmão-fio-desencapado, foi removido do testamento do pai, Al Hendrix, que acabou deixando a fortuna de Jimi, avaliada em 80 milhões de dólares, para a filha adotiva Janie Hendrix.
Janie, apesar de não cuidar diretamente do dinheiro do espólio, é CEO da Experience Hendrix.
Com isso as garrafinhas de mal gosto foram recolhidas do mercado e Leon foi definitivamento proibido de usar o nome do irmão em qualquer coisa.
E lembrar que Jimi passou fome na infância por conta da falta de cuidado do pai…