quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
E se tivesse uma máquina de chá com cápsulas? A Special T é exatamente isso!
A máquina é linda, as cápsulas são lindas, as xícaras são lindas … tudo é lindo!!!
São 25 variedades de chá, e a máquina calcula certinho a temperatura e quantidade de água pra cada um deles.
Por enquanto está disponível apenas da França :( A máquina custa cerca de 180 dólares e cada caixa com 10 capsulas custa aproximadamente 5 dólares.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Que mágica é essa que torna MJ ainda tão vivo para gerações que não existiam quando "Thriller" varria as rádios do mundo todo e todos tentavam descobrir quando ia "passar o clipe" para gravar no VHS. Deve ser justamente a mágica que motivou milhares de fãs ao redor do globo a participar do "Behind the mask" project, cujo resultado acaba de ser liberado pela Sony Music, no Facebook de MJ.
O VÍDEO é feito com imagens de fãs dublando e cantando "Behind the mask", uma das músicas inéditas do ídolo. As cenas são sensacionais. Observe só quanta gente tenta fazer o passinho da "ponta", as referências históricas, como a jaqueta vermelha de "Thriller" e a coreô de "Billy Jean"... todas de fácil reconhecimento, afinal de contas, falamos do Rei do... POP.
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Tabuletas: novo tempo para uma velha idéia. Por Cora Ronai.
Embora pareçam ser a mais nova novidade da tecnologia, os tablets são bem mais antigos do que a maioria dos seus usuários imagina. A indústria pensa nesse formato desde que apareceram os primeiros computadores pessoais e, ao longo dos anos, lançou, sem sucesso, um sem número deles. Na verdade, a única novidade recente em relação aos tablets foi o sucesso estrondoso do iPad, em que muita gente boa não acreditou na largada, e que, logo depois, abriu as portas para os similares da concorrência. Ironicamente, quem mais defendeu o formato da tabuleta eletrônica ao longo dos anos foi a Microsoft, que não só não conseguiu emplacar nenhum dos seus modelos pioneiros, como ainda não conseguiu mostrar a que veio na era pós-iOS.
O ser humano sempre usou tabuletas para escrever, como se pode ver em esculturas e pinturas do Antigo Egito ou em mosaicos romanos; na Índia, em escolas pobres demais para distribuir papel e lápis às crianças, ainda hoje elas aprendem usando pequenas lousas e pedaços de giz. O formato pode ser visto em uso ativo em inúmeras profissões e circunstâncias: onde houver uma prancheta com um bloco e algum instrumento de escrita, lá está um tablet analógico, primitivo, que não precisa de tomada, um velho avô do iPad.
A idéia de criar um computador de molde tão familiar sempre foi algo óbvio para a indústria. Até a explosão do iPad, contudo, sempre faltou alguma coisa para o seu sucesso: ou material suficientemente leve, ou processador suficientemente rápido, ou um sistema operacional consistente, ou aplicativos interessantes, ou interesse dos consumidores, quando não tudo junto, ao mesmo tempo.
Confesso que vi tantos tablets serem lançados ao longo das últimas décadas que cheguei a duvidar das possibilidades de sobrevivência do iPad. No seu caso, porém, juntaram-se diversos fatores auspiciosos, a começar pela interface, quase idêntica à do iPhone, que já tinha milhões de usuários, aliada à existência de milhares de aplicativos que ou funcionavam igualmente bem nos dois aparelhos, ou eram transpostos com um mínimo de esforço e de tempo. Em suma: quando o iPad chegou ao mercado, não só tinha todas as características necessárias para agradar ao público, como tinha um público mais do que familiarizado com o seu jeito de ser, pronto para recebê-lo.
Em tese, qualquer usuário de iPhone é um usuário de iPad em potencial, assim como os usuários de smartphones Android são potenciais usuários de tablets da mesma família. Não há nenhum grande salto de aprendizado a ser dado, nenhuma forma radical de uso a ser domada. Essa semelhança faz com que as pessoas que não têm tablets imaginem que eles não passam, no fundo, de smartphones grandões; e isso, ao mesmo tempo em que é verdade, também não é.
Há muito poucas coisas que se fazem com um tablet que não possam ser feitas com um smartphone, mas a escala de tamanho dos aparelhos faz toda a diferença. Hoje eu vejo os smartphones como pequenos tablets quebra-galho, que podemos usar quando nossas tabuletas não estão à mão, ainda que uma coisa seja uma coisa, e outra coisa seja outra coisa. Ler revistas ou desenhar num tablet é prazer que não pode, de forma alguma, ser replicado num smartphone; mas, ao mesmo tempo, fazer ou receber chamadas nos tablets é uma inconveniência só.
Ter um tablet é realmente necessário para quem já tem computador? A resposta honesta é não; a resposta de quem já se viciou irremediavelmente no formato é sim. O tablet tira o usuário da mesa de trabalho e o torna móvel dentro de casa; usá-lo tem um lado lúdico que nem mesmo o computador mais poderoso oferece, porque, pela sua forma e peso, ele pode ser carregado para todos os lados, tornando-se de fato uma extensão intelectual de quem o utiliza. Das três máquinas que me ajudam a trabalhar – o desktop, o notebook e o tablet – é a tabuleta a que mais me ajuda, e com a qual gasto mais tempo. Ela tornou-se também a minha parceira favorita de jogos, e a substituta das revistas que, antes, acumulavam-se em pilhas na minha mesa.
Curiosamente, livros e jornais continuo preferindo em papel, embora o meu Kindle esteja cada vez mais recheado.
Embora, como escrevi no primeiro parágrafo, os tablets não sejam uma idéia nova, o seu uso indiscriminado é. Esta é uma viagem maravilhosa que mal começou, e que vai nos levar por espaços nunca dantes navegados. Vamos nessa.
(O Globo, Especial Tablets, 30.1.2011)
Acreditem... Deu no Globo Zona Sul, essa semana!
Recadinhos de editor para editor acabaram publicados. Os leitores certamente não entenderam nada ao tentarem se programar: show do fulano em algum lugar, restaurante tal, bar tal... acontece.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Depois da camareira de Dominique ser uma fraude, só falta Elisa Samúdio do Bruno aparecer nas Bahamas!
A Promotoria se reuniu hoje com os advogados de Strauss-Kahn e detalharam os achados, para discutir a possível suspensão das acusações. Entre as descobertas está a de que a camareira pode estar envolvida em crimes, incluindo tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Promotoria, defesa e juiz devem se encontrar nesta sexta-feira de manhã, em Nova York, e há a possibilidade de que a fiança anteriormente imposta a Strauss-Kahn de US$ 1 milhão seja atenuada.
As revelações marcam reviravolta no caso. Com a demissão do político, a ministra francesa das Finanças, Christine Lagarde, havia assumido o FMI na terça-feira (28).
A Promotoria, que a princípio enfatizava a força do caso em mãos, deve dizer hoje no tribunal que tem "problemas" com o caso, a partir das informações recém-descobertas. Eles farão exposição das descobertas para a defesa.
HAIKAI WÉBICO
ROSANA HERMANN
Cláudia, senta lá
Tá tudo bem agora.
NOT. Todos chora.
ALEXANDRE INAGAKI
Esperança é o torrent
De um filme obscuro
Cujo download nunca termina.
CLARAH AVERBUCK
Conexão discada
eu era feliz
com quase nada
MARCELO TAS
Aprendi em Portugal
WWW é TTT
Teia da Terra Toda
MARCELO ZORZANELLI
A lagarta virou
uma borboleta
no avatar
ULISSES MATTOS
Peguei uma gripe com um viral,
o médico receitou
vitamina C e rede social
ROSANA HERMAN
Louco mundo web
Agora o meu mouse
come o keyboard cat
ANA CAROL ALVES
Todas as meninas reblogam a dor
de uma menina do Tumblr
que nunca teve amor
ALEXANDRE INAGAKI
Procurou por amor
no Google.
Nenhum resultado foi encontrado
KALU BERNARDO
Na internet
sou Silvester Stallone
Na vida, Forever Alone
ANA CAROL ALVES
É manhã de muitos posts,
pra fazer o leitor sorrir.
E o blogueiro está indo dormir.
CORA RONAI
A arte é longa
A vida, breve
A banda, larga: curta
Cláudia, senta lá
Tá tudo bem agora.
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ALEXANDRE INAGAKI
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Cujo download nunca termina.
CLARAH AVERBUCK
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MARCELO TAS
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Teia da Terra Toda
MARCELO ZORZANELLI
A lagarta virou
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ULISSES MATTOS
Peguei uma gripe com um viral,
o médico receitou
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ROSANA HERMAN
Louco mundo web
Agora o meu mouse
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ANA CAROL ALVES
Todas as meninas reblogam a dor
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que nunca teve amor
ALEXANDRE INAGAKI
Procurou por amor
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KALU BERNARDO
Na internet
sou Silvester Stallone
Na vida, Forever Alone
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É manhã de muitos posts,
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E o blogueiro está indo dormir.
CORA RONAI
A arte é longa
A vida, breve
A banda, larga: curta
Utilidade Pública! Nestlé vai relançar o Kit Kat.
O chocolate mais vendido do mundo está de volta no Brasil, ao completar 90 anos no Brasil, a Nestlé, vai voltar a vender no mercado o Kit Kat.
O produto foi lançado no Brasil em 1994, mas as vendas foram um fracasso, forçando a empresa a interromper a distribuição do chocolate no pais. Durante esses mais de 15 anos, o Kit Kat continuou sendo vendido em alguns estabelecimentos de luxo, por preço médio de R$10,00 a barrinha.
Com a comemoração dos 90 anos da Nestlé no Brasil, a empresa vai relançar o chocolate com o preço de R$2,50, inicialmente o produto será importado da Alemanha, se não fiascar novamente o Kit Kat poderá ser produzido também no Brasil.
O produto foi lançado no Brasil em 1994, mas as vendas foram um fracasso, forçando a empresa a interromper a distribuição do chocolate no pais. Durante esses mais de 15 anos, o Kit Kat continuou sendo vendido em alguns estabelecimentos de luxo, por preço médio de R$10,00 a barrinha.
Com a comemoração dos 90 anos da Nestlé no Brasil, a empresa vai relançar o chocolate com o preço de R$2,50, inicialmente o produto será importado da Alemanha, se não fiascar novamente o Kit Kat poderá ser produzido também no Brasil.
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