domingo, 10 de fevereiro de 2013

Carnaval 2013: baianas somem das escolas de samba e vão para as igrejas evangélicas!




Se aproxima o carnaval e todos aguardam com expectativa ver as escolas de samba se apresentarem. Entretanto, alguns alegam que “a velha baiana corre o risco de desaparecer”, pois está se convertendo ao Evangelho.

Em uma recente coluna no jornal O Globo, Luiz Antônio Simas reclamou da conversão das baianas às igrejas evangélicas, porque estas demonizam o samba, o carnaval e suas práticas.


“São inúmeros os casos de passistas, ritmistas e, sobretudo, baianas, que abandonaram os desfiles atendendo a determinações de pastores”, afirmou ele.

Segundo ele, por causa do desfalque, diversas escolas entram na avenida perdendo pontos, pois o regulamento exige um número mínimo de baianas para o cortejo.

O autor então pergunta se “é pecado sambar?”

Luiz Simas, que é professor de história, vê o problema como sendo uma guerra entre as igrejas, que buscam por fieis, e as escolas de samba, que tem raízes “fincadas nas religiosidades afro-ameríndias”. E chama os evangélicos de “cristãos fundamentalistas”.

“É um capítulo da guerra santa travada por fundamentalistas cristãos contra as práticas culturais e religiosas dos descendentes de africanos no Brasil.”

O pastor Renato Vargens, em uma coluna de seu blog, explica sobre o carnaval e seu significado e relação com o crente.

Segundo ele, os cristãos não devem ignorar a história, significado e mensagem do carnaval.


“Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma”.

Ele aponta, entretanto, uma definição feita Enciclopédia Grolier. “Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria.”

No Brasil, Renato Vargens define o carnaval como “conotação da transgressão.” “Disfarçado de alegria, a festa de Momo promove promiscuidade sexual, prostituição infantil, violência urbana, consumo de drogas, além de contribuir para a descontrução de valores primordiais ao bem estar da família.”

Ele aconselha que, realmente, os cristãos não participem da festa. "Isto posto tenho plena convicção de que não vale a pena enredar-se as oferendas do Carnaval. Como crentes em Jesus, devemos nos afastar de toda aparência do mal.”




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O contagiante e animadissimo carnaval de Berlim! Só que nao!






















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Sigo achando tudo isso um saco! O carnaval cada vez mais patrocinado! Socorro! Texto explicativo de Arthur Xexeo!




Em entrevista ao GLOBO no fim do ano passado, Rosa Magalhães, a carnavalesca que fez História na Imperatriz Leopoldinense, disse que não há mais espaço para enredos críticos no desfile de escolas de samba. Ela gostaria de fazer um, mas este não seria o momento. Um enredo crítico não seria bem aceito nem pelo público, nem pelos jurados. Com todo o respeito que Rosa merece, no alto de seus seis títulos e três vice-campeonatos, não vejo por que o público ou o júri não aceitaria o enredo crítico. Mas concordo com ela que este não é o momento para desfilar com críticas na Avenida. Afinal, isso não seria aceito pelo patrocinador. Empresários do agronegócio, por exemplo, que patrocinaram o enredo que Rosa Magalhães desenvolveu este ano para a Vila Isabel, dificilmente aceitariam pagar para ver a escola apresentar qualquer crítica a sua atividade.
Já virou lugar comum entre os carnavalescos a afirmação de que, sem patrocínio, não é mais possível fazer carnaval. Pode ser verdade. Mas é verdade também que isso vem mudando para pior o carnaval carioca. O desfile deste ano é uma prova disso. Quase todas as escolas partiram para o que é chamado de "enredo patrocinado". Como resultado, a Marquês de Sapucaí vai assistir à mais esdrúxula coleção de temas de toda a História do carnaval.



Eu aprendi o nome completo de Tiradentes antes de entrar na escola, graças ao samba-enredo "Exaltação a Tiradentes" que o Império Serrano apresentou no carnaval de 1949. (Não, eu ainda não tinha nascido, mas o samba era tão bonito que foi cantado por muitos anos, até fora do carnaval). A primeira vez em que ouvi falar em figuras obscuras de nossa História, como Chica da Silva e Dona Beija, foi nos desfiles do Salgueiro, em 1963 e 1968, respectivamente. E não consigo esquecer a emoção de ver o
autor dos primeiros livros que li sendo homenageado pela Mangueira, em 1967, com “O mundo encantado de Monteiro Lobato”. É difícil imaginar que possam passar por experiências semelhantes quem for ao carnaval deste ano e ter que assistir a apresentações sobre a Coreia do Sul (Inocentes de Belford Roxo), o Rock in Rio (Mocidade Independente), Cuiabá (Mangueira), o cavalo Mangalarga Marchador (Beija-Flor), os royalties do petróleo (Grande Rio) e o agronegócio (a já falada Vila Isabel).
É verdade que o carnavalesco sempre pode dar a volta, deixando a escola pegar o patrocínio e partindo para uma viagem que pouco tem a ver com os interesses de quem paga as contas. Rosa Magalhãe é mestre nisso. Em 2002, a Imperatriz ganhou patrocínio da prefeitura de Campos. Rosa partiu da ideia de que índios canibais habitaram a região, enveredou pelo movimento antropofágico, falou de Macunaíma e encerrou o carnaval com Chacrinha e Carmen Miranda. É claro que a prefeitura odiou. Mas o desfile foi bonito. Neste 2003, ela fez coisa parecida com o agronegócio e, no enredo "A Vila canta o celeiro do mundo — Água no feijão
que chegou mais um", ela imagina um dia na roça que culmina com uma festa no arraiá. O agronegócio está nas entrelinhas.
Mas, de um modo geral, quem quiser respeitar o interesse do patrocinador, acaba transformando o carnaval numa festa meio sem graça. E fazendo com que os artífices do desfile quebrem a cabeça para encontrar samba no enredo. Não é por acaso que, com a missão de cantar Cuiabá, os compositores Lequinho, Jr. Fionda, Igor Leal e Paulinho Carvalho, atacaram, logo no começo de seu samba-enredo para a Mangueira:“Dai-me inspiração, oh pai!”.



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Para alegrar a sua manha! Yumi Yumi Cups.




It’s nice to have something that makes you smile as early in the day as your first coffee cup. A Brooklyn-based team of designers (and coffee lovers) called Yumi Yumi, created a line of cups with goofy creatures on the bottom, which slowly emerge as you sip your drink.


“We’ve had these little creatures crawling around our head for years – just trying to get out. We didn’t know where they were trying to go until one day they told us – your coffee!” – says the Yumi Yumi team.



As of now, so-called Creature Cups include Octopus, Crocodile, Pelican, Sea Otter, Spider, Shark and Lobster, but there’s also one with a skull.







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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Marc Jacobs, diretor criativo da diet coke!





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Genial: bloco movido a xixi!




O projeto Xixi Elétrico disponibilizará, a partir de amanhã no posto 9 da praia de Ipanema, um mictório especial que converte urina em energia elétrica para o desfile do grupo que acontece no dia 11. O mecanismo funciona da seguinte maneira: o fluxo da urina é usado como força para mover o dínamo e, como uma usina hidrelétrica, o líquido é utilizado para gerar energia. Em seguida, a energia é armazenada em uma bateria que será ligada ao trio elétrico do AfroReggae depois de carregada. Se o xixi for feito no local correto, a música da festa é garantida por mais tempo, não é demais?

A iniciativa inédita criada pela agência JWT em parceria com a Biz&Sys pretende reduzir o problema do mau cheiro e evitar as detenções causadas pelo flagrante de quem urina na rua, pois todos os anos, na época de Carnaval, o Rio de Janeiro passa pelo mesmo problema: foliões usam as ruas como banheiro e o mau cheiro fica impregnado pela cidade durante dias. Finalmente uma campanha inteligente...











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Já adquiri minha camiseta para o carnaval 2013! Ala-la-ô!






Cores: Prata e rosa, cor do estandarte e do figurino do boneco “Dom Dudu, o Ansioso” de 3 metros de altura, símbolo do Bloco da Ansiedade.


O Bloco da Ansiedade é um bloco de frevo que nasceu em 1997, no Rio de Janeiro. Foi criado e concebido pelo artista plástico pernambucano Fernando Carvalho e seu primo, o psicólogo Antônio Carlos de Carvalho Maia (in memorian), para fazer parte da cena do Carnaval de rua carioca.
-Como no berço do samba um bloco de frevo?
O bloco foi ocupando espaço, atraindo foliões e simpatizantes pela sua animação, beleza e originalidade. Levando um estandarte e o boneco “Dom Dudu, o Ansioso”, de três metros de altura, símbolo do Ansiedade, o bloco enfeita a Cidade Maravilhosa com as cores do frevo e da bandeira pernambucana, tornando-se uma referência do frevo no Rio.

Durante todos esses anos de sucesso e expansão, o Bloco da Ansiedade atingiu o seu topo quando, tornando-se membro da Associação de Blocos de Ruas do Rio de Janeiro (Sebastiana), há alguns anos, passou a fazer parte do calendário oficial do Carnaval carioca, junto com outros grandes blocos que animam a cidade.

Em 2007, o Ansiedade completou dez anos. Cerca de sete mil pessoas acompanharam o desfile pelas ruas do bairro de Laranjeiras, onde o bloco se reúne e sai. Já em 2008, o Rio viu o frevo também na Sapucaí. Na ocasião, a escola de samba Mangueira realizou uma homenagem aos 100 anos do frevo. A receptividade deste ritmo que “ferve” quando a orquestra começa a tocar foi reforçada.

O Carnaval de rua do Rio é também hoje uma grande expressão do Carnaval e do turismo carioca, e o Ansiedade é portador dessa força e luz. De um jeito novo, criativo, soberano e abraçando culturas. A orquestra do Ansiedade é composta por 23 músicos e o bloco tem sua sede no berço do carnaval carioca: a Praça XI.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Socorro! Gugu tem instagram!







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Filmaço mostra o mensalão made in USA! Por Virgilio Neto.




O filme de Spielberg narra a luta do presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, para aprovar a Emenda Constitucional XIII, que poria fim à escravidão no país. Tudo isso em meio à guerra civil entre o sul e o norte, coloniais e industriais.
Embora a estrutura dramática (arrastada, como diz Lara Romero, in my opinion), o roteiro (um tanto convencional), os atores (Daniel Day-Lwis e Tommy Lee Jones, geniais) e a direção (prefiro Spielberg em seus filmes de aventura) tenham sido levados em conta, o que mais me chamou a atenção em Lincoln foi o fato histórico e a forma como se criam heróis nos Estados Unidos. Comparações com o Brasil e nossa recente história política foram inevitáveis.
Para aprovar a Emenda que libertaria os escravos, Abraham Lincoln fez de tudo. Até comprar apoio dos parlamentares de oposição. Em vez de dinheiro, ofereceu cargos. Qualquer semelhança com o nosso mensalão não terá sido mera coincidência. Lincoln fez escola.
Por aqui, o governo Lula, segundo comprovação do Ministério Público Federal ratificada pelo Supremo Tribunal Federal, comprou apoio de parlamentares para aprovar projetos de interesse do governo – e do país. Entre os projetos, nenhum de tamanha relevância como o fim da escravidão nos EUA.
Mas que diferença faz? Um político é mais ou menos corrupto quando suborna por uma causa mais ou menos nobre?
Abraham Lincoln defendeu a causa negra. Virou herói.
O que Lula defendeu? A causa da nova classe C?
O tempo dirá se ele será o herói brasileiro.
O filme de Spielberg, mais do que trazer à tona um fato marcante da história dos Estados Unidos, mostra que na política ninguém é santo e ninguém é demônio. Tudo depende da conveniência.

Texto de Virgilio Neto.




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domingo, 3 de fevereiro de 2013

'Não sei como fiz para puxar o ar', diz jovem que usou freezer para se salvar Ingrid Goldani ainda não sabe quem a ajudou a se salvar no incêndio. Estudante de enfermagem trabalhava no local havia um mês e meio.

Inteligencia emocional é a capacidade, entre outras coisas, de se manter calmo diante de crises e focar na melhor soluçao! Foi o que essa jovem fez e por isso esta viva, alem de ter tido um anjo salvador que a carregou para fora da arapuca em chamas e venenos letais!




Um dia depois deixar o CTI do Hospital Conceição, em Porto Alegre, Ingrid Goldani ainda não sabe quem a ajudou a se salvar do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no domingo (27), que matou 236 pessoas. A jovem de 20 anos trabalhava no bar da casa e puxou fôlego em um freezer para conseguir sair do local com vida.
"Nem sei como fiz para puxar o ar. Na hora do nervosismo, lembrei do freezer. Puxei o ar, botei a camiseta no nariz e na boca e fechei os olhos. Fui às cegas", contou ao G1 na manhã desta sexta-feira (1).
O pesadelo que viveu durante o incêndio é uma memória que ela quer apagar. Quando percebeu a confusão, disse que correu para avisar as colegas que estavam no caixa e lembrou que o freezer era o único local com oxigênio "limpo". Ao pular o balcão para escapar, Ingrid caiu e foi pisoteada.
A vantagem de conhecer a casa noturna a ajudou. "Foi o que me tirou lá de dentro. Eu conhecia onde estava indo", disse. Quando estava no chão, um jovem a pegou no colo e a tirou do tumulto. A mãe da menina postou um agradecimento ao salvador anônimo.
"Graças a Deus e ao rapaz que ajudou ela a sair daquele inferno. Meu eterno agradecimento a você", comentou Eliete em seu perfil no Facebook.



Ingrid Goldani trabalhava na boate Kiss

Ingrid trabalhava na casa noturna havia um mês e meio. Neste período, diz que nunca viu show pirotécnico no local. "Não conhecia ninguém da banda. Eles tocavam lá pelo menos uma vez por mês", lembrou. Ela ainda disse que tinha apenas relação "profissional" com Elissandro Spohr, um dos sócios da Kiss.
"Eu vi tudo o que aconteceu e travei. Sempre gostei de festa. Antes de trabalhar na Kiss trabalhei em outro bar. Eu achei que nunca precisaria me preocupar com isso", contou.
Ingrid está no quinto semestre de enfermagem. Se estivesse em condições no momento, gostaria de ajudar os feridos de Santa Maria. "A gente tem de pensar em ajudar os outros, não importa a situação em que esteja", repetiu Ingrid. A previsão é que a jovem saia do hospital no início da próxima semana.





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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Salve ELA! Dia 2 de Fevereiro, Dia de Yemanjá!




Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá




Escrevi um bilhete a ela Pedindo pra ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar
O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas vingou




Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou

Dorival Caymmi



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